Terramote 351 - Logo

Terramote 351 - Logo

segunda-feira, 16 de abril de 2018

WORKSHOP de GESTÃO de TEMPO e SUSTENTABILIDADE, Sábado, 28 de Abril, 15h15 - 18h15, Casa da Horta, Porto


WORKSHOP de GESTÃO de TEMPO e SUSTENTABILIDADE
ou de como fazermos do “tempo” um bom amigo (imaginário)
Sábado, 28 de Abril, 15h15 - 18h15, Casa da Horta, Porto 

 
Se o tempo é “dinheiro” então aquele/aquela que sente que tem o tempo que necessita é rico”.


WORKSHOP de GESTÃO de TEMPO e SUSTENTABILIDADE, contexto:
Um dos “bens” mais valiosos dos nossos tempos e, simultaneamente, um dos que mais nos parece escassear é, nem mais, nem menos, o próprio tempo.
Quantas e quantas vezes ouvimos a expressão “não tenho tempo para nada”, “parece que o tempo passa a voar”, etc.
Encontra-se pois bastante generalizada a sensação de que o tempo é escasso e de que nos sentimos frustrados por não termos o “tempo” que gostaríamos de ter.
Mais: Parece que não há muito que possamos fazer em relação a isso. Mas será que é mesmo assim?

O WORKSHOP de GESTÃO de TEMPO e SUSTENTABILIDADE surge pois com o principal intuito de dar uma resposta eficiente à necessidade, cada vez mais premente, de seremos capazes de utilizar e gerir o nosso tempo de forma eficaz e, sobretudo, com uma atitude que nos permita “olhar” para o tempo de forma positiva e como um elemento que pode e deve “jogar a nosso favor”.
Neste workshop começamos por proceder a um diagnóstico da forma como cada um gere (ou não) o tempo que tem disponível e identificar as maiores dificuldades no que a essa gestão diz respeito.
Delineamos também estratégias e aplicamos técnicas susceptíveis de permitir, no essencial, viver uma vida mais descontraída, sem stress e onde o tempo, ao invés de ser um inimigo com o qual estamos constantemente a lutar, é um amigo capaz de nos ajudar a usufruir o mais possível da vida.

WORKSHOP de GESTÃO de TEMPO e SUSTENTABILIDADE SOCIAL, conteúdos:

- A nossa relação com o tempo
- Padrões de percepção e comportamento face ao tempo
- Modelos de planeamento e gestão do tempo
- Princípios e técnicas de gestão e “acarinhamento” do tempo
- Planeamento e desenvolvimento de novos paradigmas associados à forma de olhar “para o tempo”.
- Planos individuais de acção e mudança
Etc.


WORKSHOP de GESTÃO de TEMPO e SUSTENTABILIDADE SOCIAL, informações:
Local: Casa da Horta, Porto
Data: Sábado, 28 de Abril, 15h15 – 18h15
Valor de inscrição: 20 euros(*)
Data Limite de inscrição: 5ªfeira, 26 de Abril
NOTA: Número de inscrições limitado e reservado a inscrições com a efectiva confirmação.
(*) 10% de desconto no caso de duas ou mais e Associad@s “Hortelão” da Casa a Horta (não acumulável)


Inscrições:
Terramote351 - Desenvolvimento, Formação e Turismo Eco-social
93 447 6236 (Pedro Jorge Pereira)



Terramote351 – Desenvolvimento, Formação e Turismo Eco-Social
Terramote351 é um Projecto que tem como principal objectivo o desenvolvimento de actividades capazes de contribuir para uma mudança e para o desenvolvimento integrado das comunidades locais. Um dos vectores primordiais desse trabalho de Desenvolvimento Local, para além da dinamização e consultadoria em termos de Projectos de Desevolvimento, passa primordialmente pela vertente da Formação, nomeadamente através da concepção e realização de Formações em áreas inovadoras e prioritárias.

Facilitador
Pedro Jorge Pereira tem vindo a estar ligado a diversos projectos e ONG´s na área da educação/intervenção social e ambiental.
É licenciado na Área das Ciências da Comunicação. Editou e publicou também, através do Programa Capital Futuro do Programa Juventude, o livro “Be the change you want to see”, com um forte carácter pedagógico, destinado à educação ambiental e para cidadania actival. Tem-se dedicado especialmente, para além de outras, às áreas do Consumo Consciente, Economia Social e Desenvolvimento ético e pessoal.


Mais Informações e Contactos:

Terramote351 - Desenvolvimento, Formação e Turismo Eco-social
93 447 6236 (Pedro Jorge Pereira)

Casa da Horta – Associação Cultural

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Percurso Eco-Social Consumo e Cidadania no âmbito do Mestrado de Sociologia, 10 e 12 de Abril de 2018



Percurso Eco-Social Consumo e Cidadania no âmbito do Mestrado de Sociologia, 10 e 12 de Abril de 2018 

Um Percurso em torno das temáticas do Comércio Tradicional, Consumo Consciente, Dinâmicas socio-culturais, Ecologia, entre outros ...

domingo, 12 de fevereiro de 2017

os comboios que já não chegam nem partem …

 
Porventura haverá poucos “silêncios” que dizem e gritam tanto como aqueles silêncios feitos do abandono, do ostracismo, do esquecimento …
O esquecimento daqueles que estão demasiado longe dos centros de decisão mas sobretudo do coração daqueles que normalmente estão em cargos onde é premissa básica “deixar de lado e bem longe” o “coração” …
Porventura haverá poucos silêncios tão dolorosos como aqueles que nos “ensurdecem” quando vislumbramos uma velha estação abandonada … de onde os comboios já não chegam nem partem …
A chamada “Linha da Lousã” é uma daqueles casos que permanece no domínio da mais obscena falta de carácter e vontade política. Cerca de 20 anos após o encerramento da Linha, e muitos estudos de viabilização e sobretudo milhões gastos com esses estudos depois, a mesma permanece tão abandonada como quando foi tomada a fatídica e cega decisão de a encerrar … como foi feito com tantos milhares de kms um pouco por todo o país mas sobretudo no país esquecido, longe das grandes cidades, longe das urnas de voto … longe da memória dos homens.
E entretanto, só o silêncio continua a proferir a sua sentença … e os anos passam, e os velhos “partem”, e com eles a memória dos lugares …

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

O TURISMO TEM PÉS DE BARRO – por Carlos de Matos Gomes


Passando e não passeando por Lisboa, pelo Porto e pelo Algarve, lendo ou ouvindo as notícias, é grande a satisfação nesta Páscoa por estarem as cidades e as serras, as terras e as praias apinhadas de multidões de turistas nacionais e estrangeiros, que preenchem a capacidade hoteleira, como dizem os entrevistados, a 100%, ou mais.
Para estes a mais estão a ser construídos de raiz, ou adaptados a partir de antigos edifícios, hotéis de todas as estrelas, (já não há pensões), hosteles, habitações de turismo temporário, parques de campismo. Todos os dias chegam aos portos mastodontes que flutuam com arranha-ceús no lombo, carregados de turistas na versão de cruzeiro. As revistas da especialidade, nacionais e estrangeiras, premeiam Portugal como o melhor destino turístico do mundo. Lisboa, Porto, Coimbra, Évora, Braga, mas também a Nazaré, Viana do Castelo, Idanha a Velha, Belmonte, a Guarda, Beja, Monsaraz, Mértola e Alcoutim, sem esquecer Óbidos e Sintra, Cascais e Peniche são destinos que ninguém pode perder. Já vi escrito e fotografado que Portugal tem a melhor praia do mundo, a melhor paisagem do mundo, a melhor gastronomia do mundo… até o melhor jogador de futebol do mundo. O desemprego, a desigualdade, o abandono escolar e o dos velhos, a precariedade, o salário mínimo… infelizmente, se não são dos piores do mundo, são dos piores da Europa. O turismo aproveita o melhor do mundo para os turistas e deixa o pior do mundo para os indígenas. O colonialismo baseou-se exactamente no mesmo princípio de trocas desiguais!
A propósito de gastronomia, não há dia em que não seja anunciado um evento gastronómico, da alheira à empada, do choco ao bacalhau, do chocolate aos ovos batidos em clara, do bolo rainha à amêndoa tostada, da francesinha ao coirato, do caldo verde às migas, da lampreia às enguias, dos maranhos aos túbaros, das cadelinhas às iscas, do camarão ao lingueirão. Não há espécie vegetal e animal que escape a um festival gastronómico! Estamos como os chineses: tudo o que está debaixo do sol é para comer e festivalar. O problema tem sido escoar o porco nacional, o leite nacional, ou andamos a comer pouco ou andamos a importar demais! Em português do Brasil, Portugal virou estância de férias! Ou um arraial
Não quero ser desmancha-prazeres, mas tenho a vetusta idade que me permite conhecer um pouco de história do meu país, pelo menos do passado recente e alguma coisa da de outros povos. Talvez não sejamos diferentes e esta febre do turismo seja provocada pelo vírus da estirpe que provocou a febre do ouro e infetou milhões de emigrantes europeus que embarcaram, febris para o Eldorado da América. Os pesquisadores do ouro acabaram como desempregados e não como milionários, excepto os que, como os avós de Donald Trump, o candidato a presidente, se aproveitaram da febre do ouro para explorar os crentes, abrindo pensões, bares e casas de alterne para os pesquisadores afogarem em álcool e sexo o desespero pelas minas que fechavam mal se esgotava o veio esgravatado pelas multidões que se abateram sobre ele.
Estas febres só servem para os que aproveitam a maré enquanto ela enche e saem mal começa a descer. Em Portugal já passámos por várias febres, mas nenhuma com a dimensão desta do turismo. Recordo a febre das croissanterias, das lojas de aluguer de vídeo, dos plantadores de peras, de morangos, de Kiwis, dos tupaweres, dos apartamentos e das viagens em timesharing, das férias a prestações em Benidorm, dos investimentos na bolsa do capitalismo popular de Cavaco Silva, que ele se encarregou de dinamitar quando anunciou que andavam a vender gato por lebre. Por acaso os vendedores eram os seus amigos do BPN! Esses safaram-se.
Compreendo que quem não tem cão caça com gato. Portugal nunca foi um país de indústria nem de agricultura desenvolvida, foi sempre uma sociedade de comércio e aventura. Mas, a partir de Pombal, lá se foi criando um aparelho produtivo que resistiu até aos meados dos anos 80. O soarismo da Europa connosco e o cavaquismo do dinheiro fácil, destruíram o aparelho produtivo com o verdadeiro programa da União Económica: colocar os países mais pequenos e frágeis a restituir os empréstimos aos prestamistas com juros à cabeça e criar uma dívida em permanente crescimento, através da sempre maior necessidade de importações, resultante da sempre maior destruição da capacidade de produzir internamente. Dinheiro barato e fácil para poder dizer ao pagode: importar é mais barato que produzir! O futuro está nos serviços, diziam comentadores tão conceituados como os de hoje, sendo que alguns são os mesmos. O objectivo era absorver os desempregados da indústria e da agricultura, atomizando a força de trabalho, fazendo do desempregado um patrão entregue à sua sorte – os serviços assentam em micro empresas, empresas familiares, trabalhadores precários, logo baixos salários, baixos custos sociais, pequenos investimentos bancários, mas muito desmultiplicados, o que diminui o risco. O típico menu do liberalismo. Onde havia um operário ou um agricultor, passou a existir um dono de café-restaurante, um vendedor de pipocas, uma rapariga da vida com anúncio no jornal e número de contribuinte.
A febre do turismo, tem todas as condições para ser mais uma ilusão e causar mais um desastre económico e social. Como estamos empenhados, vendemos barato. Vendemos tudo barato, o trabalho, que é servil e precário, os terrenos, o património, e, principalmente, vendemos, ou alienamos o que resta de qualidade. A gastronomia, por exemplo. É evidente que a gastronomia dos locais para turistas só é boa para os turistas. Quando eles se aperceberem que, na maioria dos casos, estão a comer mal e porcamente, deixam de vir. Quando o nosso património estiver tão vulgarizado que já não haja multidões para ver os Jerónimos ou a Torre de Belém, deixam de vir.
O turismo é a mais frágil das actividades económicas, porque está dependente do bom funcionamento das economias dos países a montante, que produzem bens e serviços reais. Está dependente dos que fabricam automóveis, motores, aviões, computadores, dos que extraem e exportam matérias primas essenciais, dos cereais ao petróleo, dos que lhes acrescentam valor. Está dependente de casas demasiado aleatórias, um atentado, um cataclismo, uma epidemia, por exemplo. O turismo devia ser uma actividade complementar na economia nacional, e não a actividade principal.
A atual febre do turismo, com a qual todos os agentes indígenas parecem tão contentes, assenta – para piorar as perspectivas – no turismo de massas – pacotes baratos, viagens low cost, hotel com preços esmagados, circuitos turísticos padronizados. Este modelo funciona em Londres, em Paris, em Roma, um pouco em Berlim, em Nova Iorque, em São Francisco, mas não pode funcionar em Portugal, que tem mais ou menos a mesma população, mas é um país disperso por 89 mil quilómetros quadrados, enquanto essas metrópoles são pontos de atração concentrados e instalados no topo da cadeia de geração de riqueza de potências como a Grã-Bretanha, a França, a Alemanha, a Itália ou os Estados Unidos.
Bastará um agravamento da crise na Europa e nos Estados Unidos – e ela é tão provável – e os turistas desaparecem de um dia para o outro, com muito maior velocidade do que aquela com que chegaram Então, infelizmente, ouviremos os mesmos que hoje estão encantados a carpir mágoas e a baixar ainda mais os preços, a despedir, a diminuir a qualidade, a pedir apoios… com os tuk tuk a enferrujar, os bares e mini bares encerrados, os jovens que se meteram na aventura de abrir um restaurante a emigrarem.
Portugal está na moda, mas todas as modas passam de moda. O turismo tem pés de barro e devíamos encontrar alternativas para ele antes de desabar…

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Eco-Social Tour no âmbito do Projecto QuNeCo - Quality Network Cooperation, 11 de Junho de 2016


No âmbito do Projecto QuNeCo - Quality Network Cooperation que decorreu em Famalicão, organziado pela YUPI, o Projecto TERRAMOTE351 dinamizou um Tour Eco-Social com especial incidência em parte do Centro Histórico da Cidade do Porto.
Para além de um enquadramento histórico, foram abordadas questão relacionas com especulação imobiliária no centro histórico, gentrificação, impactos da globalização na comunidade local. Etc.
Foram cerca de 3 horas recheadas de óptimas partilhas e descontração com educadores de Portugal, Eslováquia, Áustria, Islândia, China, Honduras, Perú e Argentina.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Meeting Porto “Side B” - Friday, 22th of July Circuit 6 – Sto Ildefonso into the centre of Porto


Meeting Porto “Side B” - Friday, 22th of July Circuit 6 – Sto Ildefonso into the centre of Porto
Eco-Social Tour guided by the project Terramote351
the Porto behind the frontage

´
Terramote351” – Meeting Porto “Side B”, the real Porto
Meeting Porto “Side B” (Eco-Social Tour) is a project inside the Terramote351 Project that aims to guide foreigner visitors or inhabitants through the less well known side of Porto: Porto side B. Therefore it´s not a conventional touristic tour. It´s a tour focusing on social, ecological, cultural aspects, in spite of the fact that history is always a very relevant element.
Discovering the past, roaming the present and dreaming the future are proposals contained in this walk by some of the hidden or forgotten treasures from Porto city. Old rural farms, old nobel houses, city gardens, sublime panoramic views… and a lot, lot more. Above all, a Tour that for sure will surprise you at each step.

Terramote351 – Intervention and Eco-Social Tours
Terramote351 is a pioneer project, arising from Porto city, and it exists to develop the principals and values of Eco-Social tourism.


Always with the purpose to aware people to the local realities throughout Eco-Social Tours with historical, cultural and, above all, Eco-social relevance.
The tours work in an informal and familiar way. At the tours people interact and share: Them experiences, knowledge and visions.
They also are discovery and adventure tours, where secrets of the urban and rural spaces are unraveled with all their…plainness.

Terramote351 Eco-Social Tour – Meeting Porto “Side B”
Friday, 22th of July Circuit 6 – Sto Ildefonso into the centre of Porto (around the centre of Porto and about the many different stories you can find in the streets of this ancient district)
10.15 am

Meeting point: In “Praça da Batalha”, in front of Sto Ildefonso Church (very near Rua de Sta Catarina):

Important information about the tour:
Difficulty: accessible
Time: around 2h30
Logistics: take comfortable clothing adaptable to the climate circumstances of the day.
Participation fee: with the amount that you feel “Fair” in the end of the circuit (open contribution, minimum suggested 5,00)
Registrations: maximum of 12 participants (it will be an activity with a reduced number of participants) and the places will be taken when the registrations are done with confirmation.
Lunch: in the end, we will probably have lunch in “Casa da Horta – Cultural Association”, so you are welcomed if you want to join us and we can discuss a bit more about some of the aspects that we observed during the tour
Other Reservations: It´s possible, if booked in advanced, to book private Eco-Social Tour with Terramote351 Project. Contact us!

How to apply:
Book your tour sending your personal information to:

or by mobile phone:
(+351) 93 447 6236 (Pedro J. Pereira)

or in Casa da Horta

Information on the blog:
facebook event:

  • More information

Terramote351 - Intervention and Eco-Social Tours

Note: Terramote351 is a project with a really informal and personal nature, so it’s an activity that it is not covered by any type of insurance, the participants are responsible for anything that happens, or, depending on the perspective, the destiny is… ;O) The contribution is destined to support the various organization costs and to support the Terramote351 - Intervention and Eco-Social Tours project development.
Spread the word: we appreciate all the possible and positive (of course) share of our project trough your contacts, it´s our most precious way of “publicity”, Muito obrigado ;O)

Partnership and support:

NGO´s and Cool Spots in Porto:
Casa da Horta – Associação CulturalWeb: http://www.casadahorta.pegada.net/

Accomodation and Alternative Tourism:

Portugal Green StaysWeb: www.greenstays.pt facebook: https://www.facebook.com/GreenStays

Rotas Solidárias / Solidarity Routes (InComunidade)Web: www.rotassolidarias.org